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Processo de Diogo Martins de Portilho

Preso em 16/12/1652 · Inquisição de Coimbra

superstição

Identificação

Estado civil casado
Estatuto social cristão-velho
Idade 67 anos
Morada Fornos de Algodres, bispado de Viseu
Naturalidade Biscaia, Espanha
Cargos, funções, actividades barbeiro, curandeiro

Dados Legais

Crime/Acusação superstição
Notas Por despacho de 24/12/1652, o réu foi solto, admoestado a não fazer nem dizer as coisas porque foi examinado, e pagou as custas.

Família

Pai António Martins de Portilho, mercador
Mãe Maria Fidalgo
Cônjuge Teresa do Sobral, cristã-velha

Datas

Data da prisão 16/12/1652
Cronologia
  1. 16 dez. 1652 Prisão
  2. 24 dez. 1652 Notas