Processo de Manuel Gonçalves
Preso em 14/08/1761 · Inquisição de Coimbra
relapsia em feitiçaria, superstiçãoIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-velho |
| Idade | 70 anos |
| Morada | São Martinho do Lago, couto de Rendufe, arcebispado de Braga |
| Naturalidade | Paredes Secas, arcebispado de Braga |
| Cargos, funções, actividades | jornaleiro |
| Outras formas do nome | "o Cangalheira" |
Dados Legais
| Crime/Acusação | relapsia em feitiçaria, superstição |
|---|---|
| Sentença | auto-de-fé privado de 16/10/1762. Abjuração de veemente, açoitado publicamente "citra sanguinis effusionem", degredo para o bispado de Leiria, por cinco anos, cárcere a arbítrio dos inquisidores, instrução na fé, penitências espirituais, pagamento de custas. |
| Notas | O réu foi casado primeira vez com Maria da Silva. |
Família
| Pai | António Gonçalves, pedreiro |
|---|---|
| Mãe | Maria Antunes |
| Cônjuge | Catarina Francisca |
Datas
| Data da prisão | 14/08/1761 |
|---|
Cronologia
- 14 ago. 1761 Prisão
- 16 out. 1762 Sentença