Processo de Maria Duran
Preso em 23/02/1741 · Inquisição de Lisboa
fingir ter pacto com o demónioIdentificação
| Estado civil | casada |
|---|---|
| Estatuto social | cristã-velha |
| Idade | 31 anos |
| Naturalidade | lugar de Prulhanes, bispado de Urgell, principado de Catalunha, reino de Espanha |
| Cargos, funções, actividades | noviça |
| Outras formas do nome | Maria Cristina de Escallao e Pinos |
Dados Legais
| Crime/Acusação | fingir ter pacto com o demónio |
|---|---|
| Sentença | auto-da-fé de 21/06/1744. Abjuração de leve suspeito na fé, açoitada publicamente pelas ruas de Lisboa, penas e penitências espirituais, degredo para fora do reino, ficando impedida de a ele voltar. |
| Notas | Morada:convento do Paraíso, cidade de Évora |
Família
| Pai | António Duran, lavrador |
|---|---|
| Mãe | Margaida Duran, francesa |
| Cônjuge | Inácio Sulsona, lavrador |
Datas
| Data da prisão | 23/02/1741 |
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Cronologia
- 23 fev. 1741 Prisão
- 21 jun. 1744 Sentença