| Crime/Acusação |
judaísmo |
| Sentença |
auto-da-fé de 26/10/1664. Confisco de bens, abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpétuo, instrução na fé, penitências espirituais. |
| Notas |
Os dados de genealogia encontram-se registados no fólio 32.
Por despacho de 18 de Novembro de 1664, o réu foi solto e foi-lhe assinada por cárcere a vila de Vinhais, contando que não se ausentasse do reino sem licença da Mesa e foram-lhe impostas penitências espirituais.
A capa do processo contém as seguintes informações: "Apresentado per termo em 30 de Janeiro de 1661 e em Bragança a 11 de Março do dito ano" e "Informado que se lhe tire o hábito e seja admitido aos sacramentos, em 12 de Fevereiro de 1668". |
| Curadores |
João Garcia, familiar do Santo Ofício e Estêvão da Silveira, porteiro da Inquisição |