Processo de Diogo Álvares
Preso em 11/05/1614 · Inquisição de Lisboa
judaísmoIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | 1/2 cristão-novo |
| Idade | 39 anos |
| Morada | Fundão, termo da Covilhã, bispado da Guarda |
| Naturalidade | Fundão, termo da Covilhã, bispado da Guarda |
| Cargos, funções, actividades | tratante |
| Outras formas do nome | Diogo Álvares Cabeças, alcunha "O Cabeças" |
Dados Legais
| Crime/Acusação | judaísmo |
|---|---|
| Notas | Em 11/04/1622, foram vistos os autos de culpas do réu tendo-se decidido a entrega do réu a um parente até estar em condições de ser interrogado pela Mesa. Em 07/06/1622, o réu foi mandado entregar a um irmão, por ser doido, mais tarde foi preso pela Inquisição de Cuenca, Espanha, que mandou pedir informações sobre ele à de Lisboa. Em 27/10/1622, a Inquisição de Lisboa respondeu que Cuenca devia mandar soltar o réu por não haver mais culpas contra ele. |
Família
| Pai | António Fernandes, alcunha "O Sete Cabeças", mercador |
|---|---|
| Mãe | Beatriz Rodrigues, cristã-nova |
| Cônjuge | Maria Henriques, cristã-nova |
Datas
| Data da prisão | 11/05/1614 |
|---|
Cronologia
- 11 mai. 1614 Prisão
- 11 abr. 1622 Notas
- 7 jun. 1622 Notas
- 27 out. 1622 Notas