Processo de António de Azevedo
Preso em 29/09/1737 · Inquisição de Coimbra
superstição, bruxaria e feitiçaria, práticas de curandeiroIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-velho |
| Idade | 44 anos |
| Morada | Soalhães, bispado do Porto |
| Naturalidade | freguesia de Tabuado |
| Cargos, funções, actividades | pobre mendicante, curandeiro |
Dados Legais
| Crime/Acusação | superstição, bruxaria e feitiçaria, práticas de curandeiro |
|---|---|
| Sentença | auto-de-fé de 08/11/1739. Abjuração de leve, degredo para o bispado de Portalegre por três anos, cárcere a arbítrio dos inquisidores, instrução na fé, penitências espirituais, pagamento de custas. |
| Notas | O réu foi casado primeira vez com Rafaela de Carvalho e segunda vez com Ana Mendes. A certidão em como o réu foi instruído nos mistérios da fé refere também o réu Manuel de Sequeira (f. 58). O sumário pelo qual o réu foi preso encontra-se no processo de Manuel de Freitas. |
Família
| Pai | Matias de Azevedo, cristão-velho, vendeiro |
|---|---|
| Mãe | Maria Fernandes, cristã-velha |
| Cônjuge | Ana Pereira |
Datas
| Data da prisão | 29/09/1737 |
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Cronologia
- 29 set. 1737 Prisão
- 8 nov. 1739 Sentença