Processo de Joaquim José Salinas e Bettencourt
Inquisição de Lisboa
bigamiaIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Morada | Nossa Senhora da Penha, freguesia de Irajá, Igreja Reconcavo, Rio de Janeiro, Brasil |
| Naturalidade | Ilha do Faial, Açores |
| Cargos, funções, actividades | oficial oleiro |
| Outras formas do nome | Joaquim José Salinas, Joaquim José da Silveira |
Dados Legais
| Crime/Acusação | bigamia |
|---|---|
| Sentença | em 15/03/1807, Ser preso sem sequestro. |
| Notas | O réu contraiu um segundo matrimónio com Antónia Maria. Por assento da Mesa de 15/03/1807, foi ordenado que fosse emitido um mandado geral de prisão sem sequestro de bens, o qual foi feito a 08/04/1807. |
Família
| Pai | Mateus José Salinas |
|---|---|
| Mãe | Rita Inácia |
| Cônjuge | Genoveva Rosa da Silveira |
Cronologia
- 15 mar. 1807 Notas, Sentença
- 8 abr. 1807 Notas