Processo de Diogo Lopes da Rosa
Preso em 29/03/1619 · Inquisição de Coimbra
judaísmoIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-novo |
| Idade | 50 anos |
| Morada | Coimbra |
| Naturalidade | Coimbra |
| Cargos, funções, actividades | mestre em artes, médico |
Dados Legais
| Crime/Acusação | judaísmo |
|---|---|
| Sentença | auto-da-fé de 29/03/1620. Confisco de bens, abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpétuo, instrução na fé. |
| Notas | Os dados de genealogia encontram-se registados no f. 33. Por despacho de 30 de Março de 1620, o réu foi solto e foi-lhe assinada por cárcere a cidade de Coimbra e seus arrabaldes, donde não poderia ausentar-se sem licença da Mesa. Por despacho de 18 de Março de 1621, o réu foi solto, foi-lhe tirado o hábito penitencial e comutados em penitências espirituais. |
Família
| Pai | licenciado Manuel Rodrigues, cristão-novo, médico |
|---|---|
| Mãe | Brites Pinta, cristã-nova |
| Cônjuge | Ana Pereira, cristã-velha |
Datas
| Data da prisão | 29/03/1619 |
|---|
Cronologia
- 29 mar. 1619 Prisão
- 29 mar. 1620 Sentença
- 30 mar. 1620 Notas
- 18 mar. 1621 Notas