| Notas |
O réu antes de ser preso por mandado da Inquisição de Lisboa encontrava-se preso no Aljube.
O réu quando comprou as reverendas a um oficial da Mitra tinham o nome de José da Fonseca Metelo, daí ter adoptado este nome, mas enquanto estudante na Universidade de Évora, e de Coimbra, chamava-se José Pereira Cavalo.
O réu após ter sido alegadamente roubado por um frade de São Domingos da Província de Portugal, que lhe levou as ditas reverendas, encomendou a um indíviduo de Valencia, Espanha, as cartas de ordens dimissória título de doutoramento a fim de continuar a exercer o seu ministério sacerdotal. Passou a usar o nome de José Ordaz Sarmento por dizer que tinha parentes com estes apelidos.
O réu quando foi receber as ordens de diácono e presbítero na cidade de Valhadolid, foi preso pela Inquisição por crime de judaísmo. Sentenciado foi mandado para a cidade de Roma e de seguida para Portugal.
Em 07/11/ 1755, o réu passou para o cárcere da custódia da Inquisição de Coimbra, e posteriormente o réu foi transferido para os cárceres secretos.
Em 07/10/1756, o réu encontrava-se preso nos cárceres da Inquisição de Coimbra e ouviu sentença na Sala da mesma, em 15/10/1756. |