| Notas |
Este intitulado segundo processo contém na primeira parte, e cosido ao primeiro, traslados de culpas feitos em Coimbra e Lamego no ano de 1733, já a segunda parte, que se encontra solta, inicia com a genealogia, seguindo-se oito exames e posteriormente outros documentos de actos judiciais tendentes à confirmação das culpas do réu e sua defesa, terminando este processo a 15/03/1735 com o assento da Mesa do Conselho Geral. Neste assento, remete para o determinado no assento do primeiro processo, uma vez que satisfaz ao crime deste segundo. Neste contexto a sentença deixa de fazer sentido neste processo, daí que aqui não se encontre, e se remeta a conclusão do processo para o primeiro, dando razão aos deputados do Santo Ofício que defenderam que o crime de que o réu era acusado neste segundo processo era matéria conexa ao judaísmo. |