Processo de João Gonçalves Balea
Preso em 04/02/1672 · Inquisição de Lisboa
perjúrio e cumplicidade em bigamiaIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-velho |
| Idade | 40 anos |
| Morada | lugar de Alcântara |
| Naturalidade | Lisboa |
| Cargos, funções, actividades | pescador |
Dados Legais
| Crime/Acusação | perjúrio e cumplicidade em bigamia |
|---|---|
| Sentença | auto-da-fé de 10/12/1673. Cárcere a arbítrio, instruído nos mistérios da fé, penas e penitências espirituais. Degredo de 3 anos para o couto de Castro Marim comutado pelo degredo no Brasil. O réu jurou falso que Manuel Gonçalves, sendo casado, era solteiro e desimpedido para poder casar. |
Família
| Pai | Filipe Gonlçalvez, oleiro |
|---|---|
| Mãe | Filipa Balea |
| Cônjuge | Catarina dos Anjos, cristã-velha |
Datas
| Data da prisão | 04/02/1672 |
|---|
Cronologia
- 4 fev. 1672 Prisão
- 10 dez. 1673 Sentença