Processo de Olivarius Brissom
Inquisição de Lisboa
luteranismoIdentificação
| Estatuto social | cristão-velho |
|---|---|
| Idade | 37 anos |
| Morada | convento da Cartuxa em Évora |
| Naturalidade | Paris, França |
| Cargos, funções, actividades | professor de latim |
| Outras formas do nome | Olivario Brison, Olivarius Brison, Oliveiro Brison |
Dados Legais
| Crime/Acusação | luteranismo |
|---|---|
| Sentença | auto-da-fé de 13/02/1594. Excomunhão maior, confisco de bens, relaxado à justiça secular. |
| Notas | O réu estudou nas universidades de Paris e Poitiers, foi professor de latim no reino da Catalunha, ermitão no convento de Nossa Senhora do Monte da Virgem na serra de Ossa, termo da vila do Redondo e noviço no convento da Cartuxa em Évora. Contém documentos escritos em latim, hebraico, grego, castelhano, francês e português. Contém também três pagelas iguais de Santa Maria do Loreto, em relevo, representando a deslocação da Santa Casa onde viveu a Sagrada Família, transportada por anjos, da Terra Santa para Loreto, Itália, e com a inscrição "S. MARIA DE LORETO ORA PRO NOBIS". |
Família
| Pai | Luís Brison, cristão-velho, advogado do rei no parlamento de Paris |
|---|---|
| Mãe | Isabel Faber, cristã-velha |
Cronologia
- 13 fev. 1594 Sentença