Processo de António da Mota
Preso em 10/09/1663 · Inquisição de Coimbra
judaísmoIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | um quarto de cristão-novo |
| Idade | 77 anos |
| Morada | Fiães, Trancoso, bispado de Viseu |
| Naturalidade | Abrantes |
| Cargos, funções, actividades | bacharel em leis, por Salamanca |
Dados Legais
| Crime/Acusação | judaísmo |
|---|---|
| Sentença | auto-de-fé de 13/02/1667. Abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpétuo, instrução na fé, penas e penitências espirituais. |
| Notas | Segundo uma informação na capa do processo, em 22/10/1671, foi-lhe levantado o cárcere e tirado o hábito penitencial, comutados em penitências espirituais. O réu foi casado, pela primeira vez, com Isabel da Fonseca. |
Família
| Pai | Anacleto Vaz da Mota, cristão-velho, advogado |
|---|---|
| Mãe | Ana Castanho, meia cristã-nova |
| Cônjuge | Margarida da Mota, cristã-velha |
Datas
| Data da prisão | 10/09/1663 |
|---|
Cronologia
- 10 set. 1663 Prisão
- 13 fev. 1667 Sentença
- 22 out. 1671 Notas