Processo de Afonso Vaz
Inquisição de Lisboa
judaísmoIdentificação
| Estado civil | viúvo |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-novo |
| Idade | 40 anos |
| Morada | Alcanices (actual Alcains), termo de Castelo Branco |
| Naturalidade | Abrantes |
| Cargos, funções, actividades | tratante |
Dados Legais
| Crime/Acusação | judaísmo |
|---|---|
| Sentença | auto-da-fé privado de 26/04/1596. Abjuração em forma, penas e penitências espirituais. |
| Notas | Contém um auto de apresentação do réu na Mesa do Santo Ofício no Castelo Atriana (1595), e respectivo ofício do envio do mesmo; uma carta selada do vigário geral de Antuérpia (1595), mais duas, também seladas, de , D. Georgius, Presbítero Cardeal Radzivil administrador episcopal da Cracóvia, no reino da Polónia (1594), e por fim, uma letra de câmbio (1587) e respectivo parecer do doutor Pedro Rodrigues, sobre a negócio de Bernardo da Cunha (1589). |
Família
| Pai | Francisco Vaz, cristão-novo |
|---|---|
| Mãe | Teresa Gomes, cristã-nova |
| Cônjuge | Perpétua Luís |
Datas
| Data de apresentação | 04/11/1595 |
|---|
Cronologia
- 1587 Notas
- 1589 Notas
- 1594 Notas
- 1595 Notas
- 4 nov. 1595 Apresentação
- 26 abr. 1596 Sentença