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Processo de Manuel Lopes da Fonseca

Preso em 20/04/1694 · Inquisição de Coimbra

poligamia

Identificação

Estado civil casado
Estatuto social cristão-velho
Idade 30 anos
Morada Avelar, bispado de Coimbra
Naturalidade Juromenha, bispado de Elvas
Cargos, funções, actividades cirurgião

Dados Legais

Crime/Acusação poligamia
Sentença auto-de-fé de 17/10/1694. Abjuração de leve, degredo para as galés, onde serviria ao remo sem soldo, por sete anos, açoitado publicamente "Citra sanguinis effusionem", cárcere a arbítrio dos inquisidores, instrução na fé, penitências espirituais, pagamento de custas.
Notas O réu casou segunda vez com Joana Fernandes e terceira vez com Natália. A mãe do réu, depois de fugir de seu marido, Francisco da Fonseca Furtado, tomou o nome de D. Antónia. Contém indicação, na capa do processo, f. 1, de que em 05/05/1698, foi passada certidão a declarar nulo o segundo casamento do réu.

Família

Pai padre Marcos Lopes, clérigo de ordens sacras
Mãe D. Joana
Cônjuge Isabel Nunes

Datas

Data da prisão 20/04/1694
Cronologia
  1. 20 abr. 1694 Prisão
  2. 17 out. 1694 Sentença
  3. 5 mai. 1698 Notas