Processo de André Rodrigues Franco
Inquisição de Lisboa
judaísmoIdentificação
| Estado civil | viúvo |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-novo |
| Idade | 45 anos |
| Morada | Rua das Canastras, Lisboa |
| Naturalidade | Idanha-a-Nova |
| Cargos, funções, actividades | médico formado pela Universidade de Coimbra |
Dados Legais
| Crime/Acusação | judaísmo |
|---|---|
| Sentença | auto-da-fé de 15/12/1658. Abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpétuo, degredo por cinco anos para o Brasil. Por despacho do Conselho Geral do Santo Ofício de 18/03/1664 o réu foi perdoado o resto do tempo de degredo, podendo voltar ao reino. |
| Notas | Contém depois do fólio 406, um pequeno envelope (fl. 407) que actualmente se encontra descosido com a seguinte indicação "pedaços de escritos que se não podem ajuntar", e que tem no seu interior seis fragmentos. |
Família
| Pai | Manuel Rodrigues Franco, cristão-novo, homem de negócio |
|---|---|
| Mãe | Leonor Henriques, cristã-nova |
| Cônjuge | Maria Aires, cristã-nova |
Cronologia
- 15 dez. 1658 Sentença
- 18 mar. 1664 Sentença