Processo de Diogo Gomes
Preso em 08/04/1620 · Inquisição de Coimbra
judaísmoIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-novo |
| Idade | 50 anos |
| Morada | Miranda do Douro, bispado de Miranda |
| Naturalidade | Miranda do Douro, bispado de Miranda |
| Cargos, funções, actividades | marchante |
Dados Legais
| Crime/Acusação | judaísmo |
|---|---|
| Sentença | auto-de-fé de 26/11/1623. Confisco de bens, abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpétuo, instrução na fé. |
| Notas | Por despacho de 28/11/1623, o réu foi solto e foi-lhe assinada por cárcere a cidade de Coimbra e seus arrabaldes, donde não poderia ausentar-se sem licença da Mesa. Por despacho de 03/01/1624, foi dada licença ao réu para ir para a sua terra. O réu foi casado primeira vez com Leonor Ramires, cristã-nova. |
Família
| Pai | Bastião Gomes, cristão-novo, sapateiro |
|---|---|
| Mãe | Maria da Paz, cristã-nova |
| Cônjuge | Ana Lopes, cristã-nova |
Datas
| Data da prisão | 08/04/1620 |
|---|
Cronologia
- 8 abr. 1620 Prisão
- 26 nov. 1623 Sentença
- 28 nov. 1623 Notas
- 3 jan. 1624 Notas