Processo de António Camacho
Inquisição de Lisboa
bigamiaIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-velho |
| Morada | Lisboa |
| Naturalidade | freguesia da Sé, Lisboa |
| Cargos, funções, actividades | mestre de escola de ler e escrever |
Dados Legais
| Crime/Acusação | bigamia |
|---|---|
| Sentença | auto-da-fé na Sé de Goa em 23/12/1565. Abjuração de veemente suspeito na fé, degredo de três anos para as galés a arbítrio, penas e penitências espirituais. Acabado o degredo será embarcado para o reino para fazer vida com a sua legítima mulher. |
| Notas | O réu foi casado segunda vez com Joana Machado, mestiça, sendo viva a sua primeira e legítima mulher. |
Família
| Pai | Rodrigo Álvares Camacho, cristão-velho, que teve escola de ler e escrever |
|---|---|
| Mãe | Madalena Botelha, cristã-velha |
| Cônjuge | Ana das Covas, viúva |
Datas
| Data de apresentação | 08/12/1565 |
|---|
Cronologia
- 8 dez. 1565 Apresentação
- 23 dez. 1565 Sentença