Processo de Diogo de Moya e Benavides
Inquisição de Lisboa
bigamiaIdentificação
| Estado civil | casado |
|---|---|
| Estatuto social | cristão-velho |
| Idade | 36 anos |
| Morada | Lisboa |
| Naturalidade | Valença, Espanha |
| Cargos, funções, actividades | tenente-coronel de dragões e capitão de infantaria |
Dados Legais
| Crime/Acusação | bigamia |
|---|---|
| Sentença | auto-da-fé privado de 29/11/1720. Abjuração de leve suspeito na fé, penitências espirituais, pagamento de custas. |
| Notas | O réu casou segunda vez com D. Ana Margarida Reis, sendo ainda viva a sua primeira e legítima mulher. |
Família
| Pai | D. João Tomás de Moya que vivia de sua fazenda, foi militar |
|---|---|
| Mãe | D. Inês Jerónima de Benavides |
| Cônjuge | D. Teresa Camila Rodrigues |
Datas
| Data de apresentação | 20/07/1720 |
|---|
Cronologia
- 20 jul. 1720 Apresentação
- 29 nov. 1720 Sentença